Querido Blog,
Deus é grande e tem uma paciência infinita mas não deve ser português, ou isso, ou tem alguma coisa contra mim e esta minha vidinha reles passada nas portas dos bares e nas colmeias sociais. Pertenço à classe do gajedo cosmopolita, depilada, social e lavadita, tenho os meus podres, sou como tantos outros, mas a minha paciência tem limite curto. É mais ou menos como essa descoberta magnífica do teste da droga para condutores, se eles fossem era apanhar no cúzinho com os paneleiros do la féria, isso é que era. O povão já não pode fumar o seu charutinho na paz sem ter o medo que um cabrão de um bófia qualquer nos faça parar no trânsito. E quê? Vai vasculhar as entranhas do carro para descobrir mortalhas ou prata, então não vai?!?! Vai masé pegar no testezinho e enfiá-lo no cú, e se precisar de ajuda que chame o nosso senhor jesus o cristo, que eu devia era ter ficado em casa a ver as tardes da Júlia, se esta senhora fosse como eu e se alimentasse da má vida, mas assim, devia ter ficado a ter uma overdose de satisfação a ver as mamas da magricela da Liliana Aguiar. E toca a ganhar. Ganhar uma noite no hospital para confirmar o nível de sangue na minha droga e no meu álcool, que eu cá sou uma desavergonhada sem arrependimentos com a fortuna que gastei para me por neste estado. Enfim, não sou viciada em drogas, sou viciada no glamour. Ou como disse esse grande maluco do Salvador, o Dalí, “I don't do drugs, I am drugs”.
Os Espanhois sabem-na toda. Olééé.
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
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